terça-feira, 14 de maio de 2013

Paixão por fotografia.



Quem convive comigo sabe que esses dias foram de grande importância.

Fim de semana do dia 11/05/2013 fui treinar fotografar a galera na balada, mas dentro desse treino não sabia que iria me dar tanto prazer e alegria que estou extasiada até agora.
Como aconteceu: sempre gostei de fotografar, desde os 13 anos ( se não me engano ) ganhei uma camera sem visor digital vivicam vivitar, essa que aparece ao lado, foi paixão ao primeiro click, mas o dificil era tirar as fotos e não poder ve-las, Paciência, mas isso foi progredindo a cada ano que passava me interessava mais por fotografia, e agora muito mais, esse ano resolvi por metas e uma delas ja tracei. 
Nova câmera da Canon Amémm! =D rs
Ganhei de meus pais lindos maravilhosos que amo de montão, o ar que respiro devo a eles.
E no facebook foi polêmica, me declarei a paixão, disse que estava apaixonada, só não disse que era pela fotografia, e muitos acharam que era alguém, mas deixei que subentendessem para que ficasse mais interessante, foi engraçado, minha mãe comentou, disse até que iria pegar o presente de volta. Ah esse é o começo de uma grande jornada pelo futuro em busca da foto perfeita (uma busca interminável) .


Abaixo mais um pouco do meu motivo de tanta empolgação nessa área


Texto escrito por Andress Ribeiro:
Quando eu comecei a fotografar não imaginei que isso me traria tantos prazeres.
Aliás, raramente esperamos que trabalho nos dê prazer, certo? A palavra “trabalho” lembra suor, cansaço, fadiga, estafa. Ufa! Cansa só ao falar.
Mais uma vez – como em todas as outras – fui presenteado pelo meu trabalho. E a recompensa não foi necessariamente “money”.  Elas se desdobraram para além, se transformando em  paisagens espetaculares, cenários naturais deslumbrantes, pessoas maravilhosas, encontros surpreendentes, sóis laranjas, flores amarelas, céus azuis, noites estreladas e um casal muito, mas muito apaixonado.
Eu não imaginava que fotografar me levaria a tantos outros lugares, nem me apresentaria a tantas culturas diferentes. Não imaginava que eu iria fotografar outros “idiomas”, outros ritmos, outros sotaques e outros hábitos. Eu esperava fotografar gente, e isso por si só já é bem gratificante. Mas eu não esperava que fotografar gente me renderia amizades, risos e lágrimas, confidências de noivos dentro do carro, em beira de estrada, em cozinhas desconhecidas comendo peixe frito.
Devo ser muito agradecido pelo meu trabalho, porque sinceramente, eu não trabalho: eu sinto prazer! E isso acontece o tempo todo, todo o tempo!

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